a estrada

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abrem-se caminhos

sábado, 11 de abril de 2015

OBJETOS E FOTOS DO MUDEU DO IMIGRANTE D ENOVA PRATA













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galeria de fotos

IGREJA SÃO JOÃO BATISTA






quinta-feira, 9 de abril de 2015

VISITA A NOVA PRATA

   VIAJEM A  NOVA PRATA
FELIZ, PENSANDO NO QUE IA  ENCONTRAR LÁ....

Esta  semana , abril , dia 7 de  2015  fomos  eu e minha  irmã Lorena  até Nova Prata  para  visitar  nosso  sobrinho que  estuda  lá e aproveitamos para  fazer fotos  da  Igreja  de São  João Batista, que foi erigida por um nosso antepassado, padre scalabriniano, italiano, tio bisavô chamado Pe. Antonio Seganfreddo. Como  o patriarca da familia Seganfreddo'do  chamado Pellegrino foi sepultado lá, já veio da Italia com mais de 80 anos, viveu  3 anos apenas no Brasil. por isso  muitos de  nós sempre  pensamos que  ele  não viera  para  cá, mas  depois  vendo os  documentos   de  entrada  verificamos  que ele veio  junto com o filho Carlos Seganfredo, casado com Giovanna Nicoli e os filhos destes, dentre os quais minha  avó Catherina Seganfredo. Como o cemitério de São João Batista  onde ele foi sepultado em 1889 foi mudado de lugar  ainda  não  sabemos se  ele está  neste  novo cemiterio ou se perdeu  no tempo  estou agora  aguardando a certidão de óbito  dele de "inteiro teor"  talvez  ali esteja escrito mais alguma  informação.
Bem, sendo Nova Bassano  e Nova Prata  minhas  cidades preferidas  da Serra  Gaucha, por ser o  "berço"  que recebeu os Seganfredo quando  chegaram ao Brasil e  ali  viveram por muitos  anos, e alguns  ainda vivem, fiz uma série de fotos alusivas, e farei  aqui  algumas páginas de  fotografias que poderão interessar   tanto  aos Seganfreddo  da  Itália quanto os Seganfredo  do Brasil...assim como  eu, espero  que  fiquem felizes em  ver  esta parte da história de nossos  antepassados  em fotografia.  ..

CESTO DE TAQUARAS- FORMATO UM POUCO DIFERENTE  DAQUELE QUE  A  JOVEM  DA FOTO  CARREGA


CESTO  DE TAQUARAS-A JOVEM CARREGA  MILHO OU  PALHA  DE  MILHO....
ME IDENTIFIQUEI COM A JOVEM  DA FOTO-EU  FIZ  TODOS  ESTES  TRABALHOS  NA ROÇA.
..

domingo, 4 de janeiro de 2015

DE OLAVO BILAC- O TEMPO



O TempoSou o tempo que passa, que passa
Sem princípio, sem fim, sem medida
Vou levando a Ventura e a Desgraça,
Vou levando as vaidades da Vida

A correr, de segundo em segundo
Vou formando os minutos que correm...
Formo as horas que passam no mundo,
Formo os anos que nascem e morrem.

Ninguém pode evitar os meus danos...
Vou correndo sereno e constante:
Desse modo, de cem em cem anos,
Formo um século e passo adiante.

Trabalhai, porque a vida é pequena
E não há para o tempo demora!
Não gasteis os minutos sem pena!
Não façais pouco caso das horas!

Colaborou Monika Frish

CARTA A MEUS FAMILIARES

Caros familiares, 

Quando éramos crianças e vivíamos em Ciríaco  com nossos  pais  tinhamos a companhia constante de outras familias de parentes, como a do tio José Seganfredo, do tio Acchiles Seganfredo e do Ermelindo Allievi, que era  casado com uma filha do   tio  José, Gema Allievi, Vivíamos quase como nos primeiros tempos da imigração, pois  todas estas  familias haviam se deslocado da antiga colonia,   Nova  Bassano para  colonizar as terras em Ciriaco. Foi necessário repetir quase tudo os que nosso antepassados provindos da Itália haviam feito: construir as casas em madeira, começando por cortar os pinheiros, desmatar, plantar quase tudo o que se consumia, coser as roupas, erguer capitéis, grutas, Igrejas, denominar líderes para presidir a comunidade nas ações conjuntas as, rezas, datas religiosas,  festas de padroeiros....,podemos  dizer que crescemos  junto  com o Brasil,  Depois a  chegada do rádio, da luz elétrica, da TV , da mecanização da lavoura....Tudo isso presenciamos  e vivenciamos . Fomos também encaminhados  para colégios, ou internos ou não,    , era  a solução ir para a cidade, quem não estudou para exercer outras profissões foram povoar novas terras, desta  vez  em outros Estados  do  Brasil, como Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso....No tempo  presente já temos parentes espalhados quase por todo Brasil.   
Escrevo isso porque nesta semana faleceu nosso  querido primo Belmiro, o Miro, filho  de Acchiles e Ermelinda Seganfredo, este casou e migrou para o Mato Grosso, Campo Grande, não lembro se depois da ida dele para lá o tenha visto ainda. No entanto sempre guardamos, todos nós, com estes primos os mesmos laços de bem querer de quando morávamos perto. Sempre noticias, quando dava visitas, mas nunca rompemos os laços.Faço questão  de ressaltar isto, pois nos tempos de hoje pouco se cultiva destas amizades eternas, os primos já nascem um em cada cidade, longe uns dos outros, poucos tem oportunidade de conviver, por isso até dificulta a criação de laços  familiares  fortes. Mudança de tempo, mudança de sentimento, mudança de comportamento. 
Mas  esta semana com a partida do Miro , lembrei das histórias de  criança, das brincadeiras, das risadas, da vivência em familia,  da  mutua ajuda.

Vejo um esforço em recuperar os laços de familia, hoje faz-se muitas festas ,onde se reunem pessoas que tem origens comuns, traz-se sempre presente os antepassados, a história da familia.. É  uma forma de resgatar  alguns laços, que, caso contrário, acabarão se perdendo  para sempre..Estas  festas    são sempre  alegres, todos contando , ouvindo, cantando, se reapresentando. e o passado trazido novamente ao  presente.

]Esta  página de nossa história dedico a todos que partiram, nossos avós, todos nossos tios e tias. alguns primos e um irmão que morreram prematuramente.ou tragicamnete.
Enfim, as dores que temos de suportar  neste Mundo tambem se fazem   presentes em nossas  familias. Lembremos  com carinho os que ja se foram, os que estão aqui para cumprir sua missão nesta Terra, sejamos sempre unidos e lembremos  dos exemplos de nossos antepassados, o que nos ensinaram, a lutar pela vida, pelo bem viver, a sermos solidários com as pessoas,enfim, a sermos pessoas de bem, e de fato, somos.
   
abraço a todos,
até o dia  do nosso encontro
com estima
de vossa irmã, tia  e  prima


COM   MINHA SOBRINHA SILVANA  CERICATO CARBONE
EM FEVEREIRO DE 2014
REECEBOS ESTA VISITA DE SILVANA E SEUS  FAMILIARES QUE MORAM NO PARANÁ, QUANDO NOSSO IRMÃO ESTAVA EM TRATAMENTO MÉDICO. 
ANA MARIA FERRI  SEGANFREDDO

sábado, 6 de setembro de 2014

UM ENCONTRO INESPERADO QUE TROUXE ALEGRIA

Desde criança ouvia contar  que  minha  mãe  tinha  um  irmão chamado Giaccomo e, que por um tempo ele ficou morando na nossa casa em Ciriaco, mas que estava doente e não  muito tempo depois de ter se juntado à  familia que morava em Campo Alegre ou Vila dos Barea teria falecido, jovem ainda, deixando os filhos ,alguns ainda adolescentes e que pouco depois mudaram-se para Passo Fundo. O contato com  esta  familia  foi  rompido, até que um belo dia uma  jovenzinha chamada Greice Ribeiro entrou em contato  comigo pelo facebook se dizendo descendente de Celeste Ferri e  Pierina Cecchin Ferri, que havia localizado este blog e queria  fazer um histórico da familia para apresentar  em uma festa de familia   que se realizaria no Pará, ela , no entanto morava em  Araguaina, Tocantins, com a familia  de sua mãe, familia Pereira. Lembrei-me então que há muitos anos estiveram em nossa casa em Ciriaco uma senhora chamada Pierina, era filha de Giacomo Ferri e havia se casado com um  senhor de sobrenome Pereira. Lembrei-me que moravam no campo, que conhecia a mãe de Greice, chamada Teresinha e que milagrosamente, agora estavam entrando em contato! Eu que buscava informações sobre  a familia deste tio Giaccomo Ferri!
Fiquei feliz, e neste contato já encontrei muitos netos de Giaccomo Ferri, muitos  morando atualmente em Caxias do Sul, como  Jorge, Lurdes, Dela, entre outros. Vi umas fotos antigas  desta familia e fiquei encantada de encontrá-los, através de Greice Ribeiro, aliás, ela nasceu em Ciriaco. Obrigada Greice, por me propiciar esta alegria.  Depois entrei em contato com Jorge que ficou emocionado em ver a foto de seus bisavós, pois era muito criança quando veio morar em Passo Fundo e quase nada sabia sobre a familia  Ferri, De agora em diante, com os laços reestabelecidos,  eu creio que este resgate familiar  estava escrito no livro da  vida! 

Colocarei aqui   algumas fotos para que a familia Ferri conheça tambem esta parte da história e passe a se comunicar, com laços de parentesco.

Estas  fotos pertencem aos descendentes de Giaccomo Ferri, casado com Amábile Barea
Amábile  falesceu em Passo Fundo, morou com o filho Alvise, que também já é falecido.

Espero que os laços permaneçam para sempre e que mais membros da  familia se comunique com  os Ferri, que agora , alguns são Pereira, outros são Vargas, Ribeiro e outros que  espero entrem em contato.....enfim, uma alegria desvendar esta parte da história  da  familia.




Aberto para  identificação das pessoas, para  enviar outras  fotos e comentários  da familia  descendente de GIACCOMO FERRI E AMÃBILE BAREA  FERRI.

Estas  outras  fotos `foram copiadas  do álbum de JORGE FERRI, apenas duas  são do acervo de  Luiza Ferri Seganfredo, como está  identificado





Giaccomo Ferri
esta foto foi cedida pela familia de Alvise Ferri(in memorian) filho de Giaccom
o

Celeste Giovanni Ferri e Pierina Cecchin Ferri, pais de Giaccomo Ferri
a  foto acima é do acervo de Luiza  Ferri  Seganfredo






Aberto para  identificação das pessoas, para  enviar outras  fotos e comentários  da familia  descendente de GIACCOMO FERRI E AMÃBILE BAREA  FERRI.



quinta-feira, 15 de maio de 2014

MINHA MÃE LUIZA FERRI SEGANFREDO

MINHA MÃE LUIZA FERRI SEGANFREDO

9 de maio de 2014 às 19:54
Domingo é dia das mães , mas minha mãe já não está neste  plano, faleceu em 1992, vitimada por um tumor  na cabeça. Sofremos muito  com isso e com a sua ausencia entre nós. Ela tinha 73 anos. Passados os anos o que lembro  de minha mãe, uma mulher de coragem, filha de uma grande familia de imigrantes italianos, ela tinha a garra e a coragem necessárias a esta gente para sobreviver e criar também uma familia. Gostava  muito de conversar, contar histórias e nossa casa estava sempre cheia de visitas, ou eram os sobrinhos de ambas as partes, ou eram seus irmãos, ou os irmãos de meu pai.  Trabalhou muito na lavoura desde criança , com seus pais e irmãos e depois com meu  pai, além de fazer a comida para todos nós. A  medida  que íamos crescendo  também trabalhamos todos com nossos pais, o trabalho era duro, no principio a lavoura não era mecanizada.
  Minha mãe sempre manifestou o desejo que seus filhos e filhas estudassem, assim poderia nos livrar da vida dura da roça. Sempre trabalhando e estudando,lá fomos nós, sempre com o incentivo dela e do pai. Agradeço a ela por isso.
Com o tempo  a vida na roça foi melhorando, luz elétrica para todos, lavoura mecanizada.....
Mas , apesar disso , na roça sempre tem muito trabalho. Nas ferias todas nós iamos ajudar nossos pais nos trabalhos, um prazer ficar com eles.  Nas frequentes visitas  que faziamos era para aproveitar os bons momentos, rir e contar estórias e histórias .  Quando  eu ia passar  o final de semana com eles não era raro eu levantar de minha cama correndo e ir deitar um pouquinho na cama com minha  mãe... estas coisas pequenas nos fazia felizes.
Dela  herdei o gosto por escrever, até coloquei em meu blog " as cartas manuscritas", algumas cartas que minha mãe trocava com seus irmãos que não moravam mais  em Ciriaco, moravam em outras cidades e em outros Estados do Brasil.
Outro costume era ter uma caixa cheia de fotografias dos irmãos, sobrinhos e alguns amigos, naquela época a fotografia podia mostrar para as familias as crianças, as fotos de familia eram uma tradição, graças a isto as proximas gerações poderão ver os rostos de seus antepassados. Também era costume pegar a caixa de fotografias e sentar com os irmãos e falar  dos parentes....o que hoje já não se faz.... era o momento "familia" assim posso denominar....

Minha mãe tinha também uma qualidade teatral que era de imitar pessoas engraçadas, imitando voz e gestos...riamos muito... e a caridade era uma qualidade  também, ninguém que passasse lá em casa saia  de mãos  vazias....não raro meu pai encilhava o cavalo e ia levar mantimentos a alguma familia , parente ou não, que estivesse em dificuldades. Ajudar  a colher as plantações de alguém que estivesse doente também era costume....isso  não se vê mais......
  Então mãe Luiza, me dói a tua ausencia física perto de mim, ao mesmo tempo estás presente em tudo....TE AMO, MÃE, PARA SEMPRE!
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